Silverado Asset Management

Em razão dos erros factuais do texto “Virou caso de polícia”, publicado na edição da revista Exame de 22 de junho de 2016, a Silverado esclarece o seguinte:

É falsa a afirmação de que o sócio Manoel Teixeira de Carvalho Neto estava na Suíça em janeiro. Tão falsa quanto a de seu suposto “sumiço”. Todos os cotistas dos fundos sabem que, desde o ano passado, ele permanece na sede da Silverado, em São Paulo, empenhado em reduzir os prejuízos dos fundos e dar informações aos investidores.

Também é incorreto dizer que ele não compareceu a uma assembleia marcada para dar explicações. Estão registradas as atas de duas assembleias em que todas as explicações foram dadas aos cotistas presentes, nos dias 18 e 25 de fevereiro deste ano. Tendo em vista que todos os detalhes foram informados nessas ocasiões, não havia necessidade de novo comparecimento, como avisado previamente aos cotistas e à atual gestora.

Igualmente fictícias e com objetivos obscuros são as insinuações de que os fundos sob administração da Silverado teriam ligações com empresas vinculadas a sócios ou funcionários da empresa. Não há e nunca houve participação da Silverado ou de qualquer de seus colaboradores nas sociedades relacionadas à carteira de créditos do fundo. Apesar de informada textualmente acerca disso, a revista publicou a inverdade, expondo, inclusive, o nome de um dos sócios da Silverado desnecessariamente.

Todas essas informações foram entregues à revista, em resposta a perguntas enviadas pela reportagem, as quais foram totalmente respondidas. Mas a revista optou por omiti-las, preferindo publicar mentiras atribuídas a alegadas “fontes”, a quem se quis proteger com sigilo. Da nota enviada pela Silverado bastante antes do fechamento da reportagem (veja abaixo), a qual continha uma lauda e meia de esclarecimentos, quis a revista publicar apenas uma linha, em aparente desprezo pelo seu público leitor e pela obrigação ética de mostrar os dois lados da história. Os motivos para essa inversão de valores não estão claros.

Vale repetir o que já foi dito à reportagem: o questionável rebaixamento do rating do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Multisetorial Silverado Maximum pela agência Standard & Poor's provocou uma reação em cadeia que comprometeu sua recuperação. A atual gestão do fundo estende essa trajetória equivocada, ao fazer cálculos incompatíveis com a realidade quanto às reservas para perdas, os quais estão muito superiores aos potenciais prejuízos das carteiras.

A Silverado continua empenhada no melhor desfecho do processo de liquidação, e permanece à disposição dos investidores para esclarecimentos.

silverado@silverado.net


Confira a nota enviada à revista Exame após contato da reportagem:




NOTA À IMPRENSA

A respeito das últimas notícias veiculadas pela imprensa, a Silverado Gestão e Investimentos Ltda esclarece:

É de conhecimento do mercado que um questionável rebaixamento do rating do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Multisetorial Silverado Maximum pela agência Standard & Poor's em janeiro provocou uma reação em cadeia que comprometeu sua recuperação.

Desde então, a Silverado, antiga gestora, representada por seu sócio Manoel Teixeira de Carvalho Neto, esteve presente em pelo menos duas assembleias gerais de cotistas, nos dias 18 e 25 de fevereiro deste ano, respondendo a todos os presentes, como registrado em ata. O comparecimento à assembleia do último dia 3 de março era desnecessário, tendo em vista os esclarecimentos já prestados, o que foi comunicado previamente aos cotistas e à atual gestora, BNY Mellon.

Desde que a BNY Mellon passou a ser a administradora do fundo e o Deutsche Bank seu custodiante, a eles cabe explicar sobre a verificação da concentração de cedentes em relação aos grupos econômicos. Vale lembrar que tais concentrações são as mesmas de períodos anteriores, verificadas e atestadas por Standard & Poor's, Austin Ratings, BNY Mellon e Deutsche Bank.

Não há e nunca houve participação da Silverado ou de qualquer de seus colaboradores nas sociedades relacionadas à carteira de créditos do fundo, tendo sido sempre observadas e respeitadas as normas da Comissão de Valores Mobiliários, a autorregulação da Anbima e o regulamento do fundo.

São também questionáveis os critérios adotados pela atual gestora para o provisionamento de perdas com devedores duvidosos. De acordo com os artigos 1º, inciso IV, e 4º, inciso I, alínea “b”, da Resolução 2.682 do Banco Central do Brasil, de 1999, dívidas em atraso de até 60 dias devem ser provisionadas em 3% do seu valor, e não em 100%, como optou, sem explicações, a BNY Mellon.

A Silverado continua empenhada no melhor desfecho do processo de liquidação, e permanece à disposição dos investidores para esclarecimentos, como já comunicado aos cotistas.




Assessoria de Imprensa da Silverado Gestão e Investimentos.

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